No dia 14 de 1934 foi inaugurado, em Lisboa, o monumento de homenagem a Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido como Marquês de Pombal.
A estátua em bronze do Marquês de Pombal, com uma das mãos pousada sobre um leão (símbolo de força, determinação e realeza) e virada para a baixa, está assente num pedestal, ficando a 36 metros de altura.
Na face do pedestal, que está virada para a Avenida da Liberdade, está a cabeça de uma mulher (Marianne). Na base está um homem segurando um pedregulho e algumas pedras partidas (símbolo do terramoto de 1755), o Adamastor, o cavalo saindo da água e as ondas (símbolo do maremoto que se seguiu ao terramoto).
Na face virada para a Avenida Duque de Loulé estão as figuras de alguns agricultores que representam as reformas que o Marquês fez na agricultura. Por cima estão descritas as suas reformas económico-administrativas.
A face virada para o Parque Eduardo VII está a estátua da deusa Minerva (deusa da Ciência, da Indústria e das Artes) e um edifício onde se pode ler a inscrição “UNIVERSITAS CONIMBRICENSIS”. Estas imagens alegóricas simbolizam as reformas no ensino e o desenvolvimento das artes. Abaixo pode ver-se um barco puxado por um cavalo, alguns pescadores, um oleiro e um vidreiro representando a marinha mercante, as pescas e a indústria.
No topo da coluna, mesmo por baixo da figura do Marquês de Pombal, encontram-se quatro medalhões com as caras de personalidades do seu tempo: Joaquim Machado de Castro, Luís António Verney, Frederico Guilherme Schaumburg-Lippe-Bückeburg, José Seabra da Silva, António Nunes Ribeiro Sanches, Eugénio dos Santos, D. Luís da Cunha e Manuel da Maya.
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