No dia 12 de Maio de 1982 o Papa João Paulo II sofreu um atentado no santuário de Fátima, do qual escapa ileso. O autor do atentado é Juan Fernandez Krohn, um padre espanhol, que se opunha às reformas do Segundo Concílio do Vaticano e acreditava que o Papa tinha de morrer porque era um "agente de Moscovo".
Krohn foi presente a tribunal e foi-lhe aplicada uma pena de seis anos de prisão, mas acabou por cumprir apenas três anos, sendo expulso do país.

