
O Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, proibiu os seus funcionários de utilizarem “pens USB”, como forma de evitar a propagação de vírus. Apesar do Pentágono não ter anunciado oficialmente, foram enviados emails internos a solicitar que os funcionários devolvam todas as “pens” que tinham sido distribuídas.
A informação foi avançada pelo portal VNUNet, no entanto Bryan Whitman, porta-voz do Departamento de Defesa norte-americano, já admitiu a existência de uma epidemia global de “pens” infectadas ,apesar de não adiantar se o Pentágono proibiu ou não o seu uso. Algumas empresas que produzem “memórias Flash” já se manifestaram em relação a este assunto, realçando que as entidades empregadoras que decidam proibir completamente o uso de “pens USB” estarão a reduzir a produtividade e eficiência.
A solução para o problema do Pentágono não passa pela proibição do uso de “memórias Flash”, mas sim pela adopção de software mais seguro. Se os EUA seguissem o exemplo de outros países e optassem por utilizar sistemas operativos Linux nas suas entidades governamentais, estas coisas não aconteciam.

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